18 setembro 2014

Sobre denúncia de supersalários na prefeitura de S. A. de Jesus, secretária rebate: “Aqui não existe caixa dois”

A polêmica do supersalários pagos pela prefeitura municipal de Santo Antônio de Jesus a seus servidores “apadrinhados” foi denunciada pelo vereador Antônio Nogueira, conhecido Tom (PSB) na última segunda-feira, na Tribuna da Câmara de Vereadores vem repercutindo. A secretária de administração Luciene Pinto, em entrevista a Andaiá FM, disse que a denuncia é inverídica baseada em dados mal interpretados. Segundo ela, o vereador Tom usou documentos enviados a Casa Legislativa para lançar dúvidas à sociedade, e afirmou que a ação é infame, “ele faz uma amostragem em um papel não timbrado, com colagem de alguns salários de servidores, sem mostrar realmente do que se trata; que tipo de evidência é essa?”, arguiu. Para a secretária, existe uma diferença entre salário e gratificação e salientou que cada servidor, contratado ou efetivado, tem seu salário base conforme a lei, “a remuneração é o conjunto de gratificações que servidores e funcionários têm o direito de receber, de acordo ao cargo exercido”, explica. Ao contrario do que foi apresentado pelo vereador Antônio Nogueira, a secretária de administração observou apenas cargos e soldos depositados, exemplificou que a mesma prática era feita na gestão do ex-prefeito Euvaldo Rosa (PSB), “ele expôs somete aquilo que lhe convinha para enganar em suas alegações”, rebate. No intuito de desfazer as acusações de Tom, Luciene Pinto expôs contas dos anos de 2011 e 2012, referentes a gestão anterior onde agia tal qual igual a nova administração sem ter tido divulgação, “comprovamos a irregularidade, pior porque nenhuma está embasada na Lei de responsabilidade fiscal. A adversidade dele é que em nossa gestão não existe caixa dois”, argumenta.

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